Policiais Militares do 2º BIEsp apreendem 3,790kg de cocaína em Petrolina, no Sertão



Na noite de ontem dia (15), por volta das 21:00, Policiais Militares do 2º BIEsp, quando em patrulhamento no Residencial Brasil, mais precisamente na Rua D1 (OESTE II), avistaram um Taxi, modelo Virtus, marca Volkswagen, TP10049 com 2 ocupantes em atitude suspeita, razão pela qual procederam abordagem policial. 

Veja se você tem direito a receber o abono salarial do PIS/Pasep 2019/2020, pago pela Caixa



Pessoas nascidas nos meses de janeiro e fevereiro podem sacar o Abono Salarial do Programa de Integração Social (PIS) calendário 2019/2020 a partir desta quinta-feira (16). Os valores variam de R$ 87 a R$ 1.039, dependendo da quantidade de dias trabalhados durante o ano de 2018. Têm direito ao pagamento os funcionários inscrito no PIS há pelo menos cinco anos e que trabalharam formalmente por, no mínimo, 30 dias em 2018, com remuneração de até dois salários mínimos.

Pernambuco pode ter surto de dengue a partir de março, alerta Ministério da SaúdePernambuco pode ter surto de dengue a partir de março, alerta Ministério da Saúde



Pernambuco, os outros oito estados do Nordeste, o Espírito Santo e o Rio de Janeiro poderão vivenciar um surto de dengue a partir de março de 2020. O alerta foi feito pelo Ministério da Saúde, que divulgou dados sobre a arbovirose no País no ano passado. Segundo a pasta, o Brasil registrou 1.544.987 casos de dengue em 2019, 488,3% de aumento em relação a 2018. O número de mortes confirmadas também subiu: de 201 para 782 - salto de 289%.

Maioria dos feras no Recife aprova cotas nas universidades e defende aborto para mulheres



Entre os recifenses que fizeram o Enem em novembro do ano passado, a maioria avalia positivamente a política de cotas para a entrada nas universidades e defende o aborto como um direito da mulher. É o que aponta uma pesquisa realizada pelo instituto Radar NE.

Atividade econômica volta a dar o tom e juros caem


 (Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil)

Estadão Conteúdo
A atividade econômica voltou a dar o tom na sessão dos juros futuros desta terça-feira, 14, à medida que os investidores ponderam dados recentes e calibram as expectativas para o resultado do varejo, que sai neta quarta-feira (15). Assim, a curva recuou quase que na totalidade, também influenciada, marginalmente, pela queda do dólar em relação ao real. As apostas de queda da Selic para 4,25%, inclusive, ganharam tração e voltaram a ser majoritárias (51%).
A taxa do contrato do Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2021 fechou a sessão regular em 4,445% e a estendida em 4,440%, de 4,490% no ajuste de ontem. A do janeiro 2023 recuou de 5,740% para 5,660% (regular) e 5,630 (estendida, na mínima). A do janeiro 2025 caiu de 6,440% para 6,380% (regular) e 6,360% (estendida). E a do janeiro de 2027 passou de 6,740% para 6,750% (regular) e 6,730% (estendida, na mínima).
O resultado do setor de serviços em novembro realimentou o debate sobre a atividade econômica no fim de 2019 e, por consequência, dos próximos passos do Banco Central para a taxa Selic.
Logo cedo, o IBGE informou que houve queda de 0,1% no resultado do volume de serviços prestados em novembro, quando comparado com outubro. Segundo o órgão, o índice de difusão do indicador, que mostra o porcentual de subsetores investigados com avanços em relação ao mesmo período do ano anterior, passou de 52,4% em outubro para 50,6% em novembro.
O IBGE também divulgou informações sobre a produção industrial regional, que recuou em 11 dos 15 locais pesquisados na passagem de outubro para novembro.
“O mercado absorveu bem o choque de inflação na proteína animal no fim do ano. Isso porque o BC deixou claro que a data-base agora é a atividade econômica”, afirmou o gerente de portfólio da Vérios, Pedro Lula Mota. “Com o dado de serviços, a possibilidade de corte da Selic ganha um pouco mais de força. Eu sou um dos que acha que a Selic vai a 4,25%”, disse.
De acordo com cálculos da Quantitas Asset Management, a curva de juros passou a precificar majoritariamente uma queda da Selic em fevereiro. O porcentual dos que acreditam que a taxa básica vai cair 0,25 ponto porcentual passou de 43% ontem para 51% hoje.

Entrada do Brasil na OCDE: EUA pedem prioridade


Foto: Reprodução/Facebook / Estadão Conteúdo

Beatriz Bulla e Julia Lindner, do Estadão

O governo dos Estados Unidos decidiu pedir que o Brasil seja priorizado na fila de países que tentam entrar como membros na Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). A posição será formalizada nesta quarta-feira, 15, em reunião do Conselho da OCDE com representantes dos países membros, em Paris, segundo fontes envolvidas nas tratativas.
Até hoje, o governo Trump vinha se comprometendo com o apoio ao pleito brasileiro de entrar na OCDE, sem indicar formalmente em que posição o Brasil ocuparia na "fila"de candidatos, o que deixava o País no limbo. A mudança acontece depois de um ano em que o governo Bolsonaro mostrou alinhamento com os americanos, apesar de viver percalços na relação com a Casa Branca, e depois de o Itamaraty ter apoiado a ação americana no Iraque que gerou a mais recente crise entre Washington e Teerã.
Nota divulgada pela embaixada dos EUA em Brasília e por um porta-voz do Departamento de Estado americano afirma que "Os EUA querem que o Brasil seja o próximo país a começar o processo de adesão para a OCDE". "Nossa decisão de priorizar a candidatura do Brasil agora como próximo país a começar o processo é uma evolução natural do nosso compromisso assumido pelo Secretário de Estado e pelo presidente Trump em 2019", diz a nota dos americanos.
A decisão dos EUA de priorizarem o Brasil na OCDE foi inicialmente divulgada no site da revista Época e confirmada pelo Estadão.
A promessa de que os EUA apoiariam o pleito brasileiro de entrada na OCDE foi feita em março, durante a visita do presidente Jair Bolsonaro a Donald Trump, na Casa Branca. Em agosto, no entanto, a agência Bloomberg revelou que o secretário de Estado, Mike Pompeo, enviara carta à organização na qual manifestou o apoio dos EUA à entrada da Argentina e da Romênia, sem menção ao Brasil. A posição americana frustrou o governo brasileiro na época.
Agora, os americanos afirmam que "apesar de desejarem que o Brasil seja o próximo país a começar o processo de acesso, os EUA continuam a apoiar as aspirações de entrada da Argentina e Peru e esperam que eles continuem a adotar padrões e melhores praticas da OCDE", segundo porta-voz do Departamento de Estado.
Os EUA têm defendido um plano lento de expansão do organismo, contrário ao cronograma defendido pelos europeus que abarcaria previsões e plano de adesão dos seis candidatos atuais. Depois da vinda à tona da carta de Pompeo, o secretário de Estado e Trump reiteraram o apoio ao Brasil, mas novamente sem se comprometer com prazos ou estabelecimento de um cronograma que abarque previsão de entrada para os demais candidatos. Em outubro, o secretário-geral OCDE, Angel Gurría, disse em entrevista ao Estado que o obstáculo à adesão do Brasil era a posição dos Estados Unidos.
Desde então, o Itamaraty vem cobrando que os americanos somem às declarações de apoio à entrada do País na OCDE um cronograma claro de adesão que contemplasse o Brasil. No final do ano passado, diplomatas brasileiros receberam um aceno dos americanos de que o País teria boas notícias sobre a questão da OCDE. Já se especulava, dentro do governo brasileiro, de que o processo de adesão da Argentina poderia perder força. A avaliação é de que o governo eleito ano passado, de Alberto Fernández, já não prioriza a entrada na OCDE como fazia o governo Macri, o que quase anula o desgaste dos EUA com o país ao passar o Brasil na frente.


A discussão sobre a adesão à OCDE gira em torno da divergência entre americanos e europeus sobre o tamanho da instituição. O governo Trump é contrário ao alargamento da instituição, enquanto os europeus pedem um cronograma de entrada que contemple um país de dentro da Europa para cada outro de fora. Na prática, o novo sinal dado pelo governo americano é uma manifestação importante de apoio dos EUA ao Brasil, mas dá pouca esperança de que haja um avanço significativo no processo de adesão se os americanos não chegarem a um consenso sobre o cronograma de entrada de todos os candidatos. A fila de entrada e os prazos de adesão precisa ser consensual entre EUA e os outros 35 membros. Depois do início da adesão, o processo de entrada pode levar cerca de 3 anos, segundo especialistas.

Bolsonaro diz que Democracia em Vertigem é “para quem gosta do que o urubu come”



Após o documentário "Democracia em vertigem", ser indicado ao Oscar de melhor longa documental, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que o filme é "para quem gosta do que o urubu come", fazendo uma referência à carniça. O presidente também classificou o longa como "ficção".