Márcio diz que não teme punição do PT por apoio a Raquel Lyra em Serra Talhada
Não há dúvidas que o ex-vice-Prefeito de Serra Talhada, Márcio Oliveira (PT), passou a ser o nome de ‘afeição’ do ex-deputado federal Sebastião Oliveira, presidente do Avante. Márcio, mesmo sendo filiado ao Partido dos Trabalhadores (PT), por influência de Márcia Conrado, é primo de Sebastião e surge na cena local como o possivel nome da disputa pela prefeitura, em 2028.
Durante coletiva de imprensa, nesta semana, o repórter especial do Farol, Paulo César Gomes, questionou o ex-aliado de Márcia se não temia uma punição por parte do PT, por não apoiar João Campos, na disputa para governo de Pernambuco. Ele foi categórico.
“Estou bem tranquilo, Paulo, porque essa decisão de apoio a Raquel foi tomada na eleição do segundo turno de governo aqui no estado de Pernambuco. Lá atrás, no segundo turno, o nosso grupo político, eu era vice naquele caso, a prefeita, decidiu apoiar a Raquel. Então, de lá até pouco tempo antes, a gente não tinha nenhum posicionamento contrário à Raquel. Ou seja, eu votei em Raquel na eleição anterior, então, deixar de votar em Raquel seria um fato novo”, explicou Márcio Oliveira, reforçando:
“Eu continuo onde estava, certo? Em relação ao acordo com o Avante, foi um acordo também que não foi feito por mim. Não fui eu que sentei com o Sebastião e com o Avante e fechei um acordo. Aí, como é que eu vou ser punido por um acordo que não fui eu que celebrei ele? Eu confirmei ele e eu até apoiei, achei muito importante o acordo com o Avante, mas não fui eu que construí esse acordo, entendeu? Então, eu estou seguindo o caminho que foi construído coletivamente”.




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