Penúria no Hospital da Polícia Militar: elevadores quebrados, sem poltronas e…
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POR LETÍCIA LINS – OXE RECIFE
Como se não bastassem as denúncias que envolvem a situação precária dos hospitais públicos no estado – tetos desabando, goteiras, vazamentos, presença de pragas como ratos – os pacientes que precisam de serviço público de saúde enfrentam outros problemas que afetam inclusive a acessibilidade. A reclamação mais recente vem do Hospital da Polícia Militar, no bairro do Derby, onde os elevadores estão quebrados e enfermeiros e maqueiros se alternam na cansativa tarefa de subir escadas carregando pacientes em cadeiras de rodas. Até os acompanhantes ajudam na “tarefa”.

“Fui levar um amigo ao Hospital da PM e tomei um susto com a situação do hospital. Militar da reserva, ele teve que ser carregado por quatro pessoas até o segundo andar em cadeira de rodas”, afirma Genival Paparazzi, fotógrafo que acompanhava um colega, Manoel Ribeiro Filho, que está na reserva, e que precisou de atendimento médico. “Ele necessita de cirurgia e o aconselharam a ir para a Casa de Misericórdia, mas ele disse que ia ficar lá, pois recebe seu salário com desconto, justamente para ter direito ao atendimento de saúde fornecido pela corporação”. Segundo informaram aos acompanhantes do paciente, os dois elevadores do Hospital estão quebrados há 22 dias, sem que até o momento tenha aparecido empresa para realização do conserto. De acordo com Paparazzi, alguns banheiros estavam “imundos” e sem água. Também há várias poltronas reclináveis encostadas e com defeito nos corredores do hospital. É triste que os PMs tenham descontos para ter direito a atendimento médicos e hospitalar e encontrem o hospital nessa situação. Como se sabe, a administração do Centro Médico Hospitalar da Polícia Militar cabe à própria PM. Mas manutenção, investimentos e gestão do sistema de saúde dos PMs são com o governo.
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