Flávio Bolsonaro propõe Ministério da Segurança Pública e 500 mil vagas em presídios

11:40 Blog do Adeildo Alves 0 Comentários


 


Candidato do PL apresentou as propostas após reunião com o ministro da Justiça e Segurança Pública de El Salvador.

O candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) afirmou neste domingo (30), que pretende criar um Ministério da Segurança Pública e abrir 500 mil vagas em presídios caso seja eleito.

As declarações foram dadas após uma reunião com o ministro da Justiça e Segurança Pública de El Salvador, Gustavo Villatoro. Flávio citou como referência as medidas adotadas pelo governo do presidente salvadorenho Nayib Bukele.

Segundo o candidato, a proposta prevê o endurecimento da legislação penal e a construção de unidades prisionais. Ele argumentou que a ampliação das vagas seria necessária para fortalecer a política de segurança pública brasileira.

“Como está na proposta do governo, a linha vai ser de endurecimento da legislação penal, construção de vários presídios, para que a população tenha o seu primeiro e mais soberano direito, que é o direito de viver, o direito da sua segurança pública”, declarou.

Questionado sobre a estrutura ministerial pretendida, Flávio disse que planeja criar uma pasta exclusiva para a segurança pública. Atualmente, as duas áreas estão reunidas no Ministério da Justiça e Segurança Pública.

De acordo com o candidato, o novo ministério atuaria em parceria com os estados e os municípios, oferecendo suporte financeiro e promovendo a integração de informações entre as forças de segurança.

“A ideia é criar um Ministério da Segurança Pública exclusivo para fazer uma gestão junto com as forças estaduais e com as polícias municipais. Quero dar suporte, não apenas financeiro, mas de organização, de conexão, de troca de inteligência e de informações entre todas as esferas de poder”, afirmou.

Flávio não apresentou, durante a declaração, detalhes sobre o custo estimado para a abertura das 500 mil vagas, o prazo de execução ou a divisão de responsabilidades entre a União e os estados.

Fonte: Diário de Pernambuco

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