Quem acompanha os passos de Marconi já percebeu: o ritmo é acelerado e a agenda, cheia. Depois de uma série de compromissos no Vale do São Francisco, ele nem deu tempo para descanso e já seguiu para o Recife, onde mantém firmes as articulações em defesa do Pajeú e do fortalecimento de políticas públicas em Pernambuco.
Dessa vez, o ponto de encontro foi a Casa Civil do Estado. Por lá, Marconi se reuniu com o chefe de gabinete da pasta, Popó Vaz, e com o gerente regional de articulação, Edson Henrique. O foco da conversa? Abrir caminhos para novos investimentos e fazer com que as ações do Governo do Estado cheguem com mais rapidez e eficiência ao interior.
Durante o encontro, Marconi destacou que, mais do que anúncios, é preciso garantir que as iniciativas se convertam em melhorias reais na vida da população. Segundo ele, a aproximação com o núcleo do governo estadual tem sido fundamental para tirar projetos do papel.
O articulador também fez questão de reconhecer o apoio da governadora Raquel Lyra, elogiando a abertura ao diálogo e a atenção às demandas das regiões do interior.
Para quem observa o cenário político, a movimentação manda um recado claro: Marconi trabalha para encurtar a distância entre o Pajeú e o centro das decisões no Palácio do Campo das Princesas. A jornada segue intensa — e o objetivo, ao que tudo indica, é transformar articulação em resultados concretos para o desenvolvimento do estado.

Um relato tenso do presidente da Colômbia, Gustavo Petro, movimentou o noticiário político. Durante uma reunião do conselho de ministros na terça-feira (10), o líder colombiano afirmou que precisou mudar planos de pouso de um helicóptero oficial por risco de ataque armado.
Segundo Petro, a aeronave em que ele estava com os filhos não aterrissou no local previsto porque haveria perigo de disparos contra o helicóptero. A alternativa, de acordo com o próprio presidente, foi permanecer sobrevoando o mar por cerca de quatro horas até que a situação fosse considerada segura.
Em tom sério, Petro declarou que nos últimos dias tem tomado cuidados constantes com a própria segurança. Ele afirmou que estaria sendo alvo de grupos criminosos e de adversários políticos que, nas palavras dele, desejam “destruí-lo”.
O presidente também mencionou que as ameaças não seriam recentes. Segundo relatou, já existiriam movimentações contra ele desde o ano passado. Entre as preocupações citadas, estariam até supostos planos para atrapalhar compromissos internacionais, como uma reunião que teve com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em Washington.
As declarações chamaram atenção por revelar o clima de tensão em torno da segurança presidencial no país. Até o momento, o caso repercute mais no campo político, enquanto autoridades de segurança analisam as falas do presidente.

A primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja, protagonizou um momento que não passou despercebido durante a comemoração dos 46 anos do Partido dos Trabalhadores (PT). Após o presidente Luiz Inácio Lula da Silva fazer uma selfie com uma mulher presente no evento, Janja teria o advertido assim que ele voltou a se sentar.
Testemunhas relataram que a primeira-dama fez gestos de aparente reprovação e falou com Lula em tom de cuidado. Antes mesmo do registro fotográfico, ela já teria dado um leve toque na perna do presidente, sinalizando preocupação.
Segundo o especialista em leitura labial Velloso, bastante popular nas redes sociais, a fala de Janja estaria relacionada à saúde do presidente. Pela interpretação dele, ela lembrou Lula de evitar fotos por conta de uma cirurgia no olho, ressaltando que ele já tinha conhecimento dessa recomendação.