Ao lado de Boulos, Raquel pondera sobre eleições: ‘Povo dividido faz mal ao Estado’


 
 
 

A governadora Raquel Lyra (PSD) usou um evento realizado em conjunto com o governo federal, nesta sexta-feira (24), para afirmar que a parceria com o presidente Lula (PT) não tem apelo partidário e não será interrompida pelo calendário eleitoral.

A declaração foi dada ao lado do ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, durante o lançamento da 14ª edição do programa Governo do Brasil na Rua – Feira da Cidadania, realizado na Escola Técnica Estadual Miguel Batista, no bairro da Macaxeira, no Recife. As informações são do JC.

Marília aparece disparada para o Senado e Humberto é o segundo

 


A pré-candidata do PDT ao Senado, Marília Arraes, lidera com folga a disputa para a Casa Alta, com quase o dobro das intenções de voto do segundo colocado. Se as eleições fossem hoje, ela teria 45,5% dos votos, enquanto o petista Humberto Costa, candidato à reeleição, aparece com 26,3%. Miguel Coelho, da Federação Progressista, vem logo em seguida, com 22,9%.

Anderson Ferreira, do PL, que disputa como candidato avulso, ou seja, sem ter na sua chapa um candidato a governador, desponta com 15% e Túlio Gadelha (PSD), o primeiro nome praticamente já confirmado na chapa de Raquel, tem apenas 10,6%.

Brancos e nulos somam 27% e indecisos chegam a 52,7%. No cenário no qual o nome de Miguel é trocado pelo do deputado Eduardo da Fonte, presidente da Federação Progressista, Marília sobe para 47,3% e Humberto avança um pouco mais, chegando a 28,3%. Já Eduardo da Fonte vem em seguida com 17,7%, enquanto Anderson pontua 15,1%. Túlio Gadelha é o lanterninha com apenas 11,5%. Neste cenário, brancos e nulos sobem para 28% e indecisos recuam para 51,4%.

Ambos os cenários representam a soma do primeiro com o segundo votos, já que estão em disputa duas vagas para o Senado, a de Humberto, que tenta a reeleição, e de Fernando Dueire, que trocou o MDB pelo PSD, mas não deve ser candidato. Ele assumiu o Senado na condição de primeiro-suplente com a renúncia de Jarbas Vasconcelos motivada por questões de saúde.

Na espontânea, modelo pelo qual o eleitor é forçado a lembrar o nome dos seus candidatos preferidos, sem acesso aos nomes, Marília também lidera com 13,6%, seguida de Humberto com 11,2%, Anderson aparece com 4,7%, Miguel 3,2%, Eduardo da Fonte também 3,2% e Túlio Gadelha 2,4%.

O levantamento foi a campo entre os dias 14 a 17 de abril, sendo aplicados dois mil questionários em 80 municípios. O intervalo de confiança é de 95% e a margem de erro de 2.2 pontos percentuais para mais ou para menos. A modalidade da pesquisa envolveu a técnica de survey, que consiste na aplicação de questionários de forma presencial. A pesquisa foi registrada na justiça eleitoral com o protocolo de número PE-02951/2026.

Vamos colocar a fila no devido lugar”, diz ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz

 


 
 
 

O ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, assegurou nesta sexta-feira (24) que irá “colocar a fila [do INSS] no devido lugar até o final do ano”. “Podem ter certeza disso e podem me cobrar”, afirmou a jornalistas durante o programa Governo do Brasil na Rua, no Recife (PE). O evento reúne ministros como o da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos, além da governadora de Pernambuco, Raquel Lyra, e parlamentares do estado.

Wolney Queiroz citou medidas que vêm sendo implementadas para a redução do tempo de espera dos segurados pela análise de um benefício. Um exemplo é a contratação de 500 peritos médicos federais destinados às regiões que mais precisam desses profissionais, com foco em Norte e Nordeste. “Essa fila está em queda. E eu quero cumprir o compromisso assumido pelo presidente Lula de zerar essa fila em seu governo”, declarou o ministro durante seu discurso. Entre fevereiro e março, o número de pedidos em análise caiu de 3,1 milhões para 2,7 milhões, uma redução de mais de 10%.

Um ano após a Operação Sem Desconto, deflagrada em 23 de abril de 2025, o ministro também ressaltou que o Governo Federal devolveu R$ 2,9 bilhões a 4,3 milhões de aposentados e pensionistas que sofreram descontos sem autorização em seus benefícios do INSS. “Algo inédito na história”, lembrou, reforçando que foi o governo do presidente Lula o responsável por fazer a investigação que descobriu a fraude, estancou a crise e cuidou dos aposentados, sem deixar ninguém para trás. Segundo o ministro, as ações foram conduzidas sem interrupção dos serviços previdenciários, que recebem, mensalmente, cerca de 1,3 milhão de novos pedidos.

O ministro destacou a importância do programa Governo do Brasil na Rua e a participação da Previdência Social, com a oferta de serviços como perícia médica, análise social, análise de recursos e orientação sobre direitos previdenciários. “Estamos percorrendo o Brasil levando o Governo Federal até as pessoas. Nossa equipe está engajada no programa, e o INSS está entre os serviços mais procurados”.

Por fim, o ministro ressaltou os grandes números da Previdência Social: “Temos hoje 77 milhões de pessoas que contribuem para o INSS, garantindo proteção no momento em que precisarem e no futuro se aposentar. Ao todo, 118 milhões de brasileiros estão cobertos de alguma forma pelo sistema previdenciário. Tenho ainda a honra de dizer que mais de 80% das pessoas com mais de 60 anos estão sob a proteção social brasileira, sendo mais de 90% na área rural”.

Mendonça pede vista e suspende julgamento no STF sobre Eduardo Bolsonaro

 


 
 
 

O ministro André Mendonça pediu vista e suspendeu, nesta quarta-feira (22), o julgamento no STF (Supremo Tribunal Federal) que analisa a condenação do ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) por difamação contra a deputada Tabata Amaral (PSB-SP).

O caso estava em análise no plenário virtual desde a última sexta-feira (18). Antes da suspensão, o placar era de 4 votos a 0 pela condenação, acompanhando o relator, Alexandre de Moraes. Também já haviam votado os ministros Flávio Dino, Cristiano Zanin e a ministra Cármen Lúcia. As informações são da CNN.

Governo age para frear desoneração no fim da escala 6×1

 

 
 
 

Depois de a Câmara dos Deputados aprovar, na quinta-feira (22), o fim da escala 6×1 na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça), o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se mobiliza nos bastidores para frear o risco de um impacto fiscal da proposta. A ordem agora é tentar frear a articulação por uma desoneração de impostos para os setores mais impactados pela medida.

O assunto pautou as conversas ao longo da quinta-feira entre líderes governistas envolvidos na tramitação do projeto. Segundo os relatos feitos à CNN, a ideia é investir prioritariamente no debate sobre uma regra de transição, como forma de aliviar os efeitos da redução da jornada para o empresariado. As informações são da CNN.

Prefeitura de Araripina anuncia pacote de obras no distrito de nascente com foco em educação esporte


O distrito de Nascente, em Araripina, viveu uma quarta-feira (22) de anúncios importantes. O prefeito Evilásio Mateus, acompanhado de sua equipe técnica, visitou a localidade para formalizar ordens de serviço e vistoriar frentes de trabalho que prometem mudar o cotidiano dos moradores.