SGT MIGUEL BATISTA NETO, PARTIU NA MADRUGADA DE HOJE SEM SE DESPEDIR DOS SEUS FAMILIARES E AMIGOS.

 

PERDA SENTIDA – A morte do sargento da reserva da Polícia Militar, Miguel Batista Neto, aos 79 anos, causou grande comoção em Brejinho e São José do Egito. Ele sofreu um infarto, chegou a ser socorrido, mas não resistiu. Muito conhecido e respeitado, Miguel deixa familiares e amigos consternados. O sepultamento ocorre nesta terça-feira (05), em Brejinho.

Pernambuco Em 05 de Maio de 2026 às 21:19 Juntos pela Segurança: Pernambuco fecha primeiro quadrimestre de 2026 com o melhor resultado da série histórica no combate às mortes violentas e roubos


 
 
 

Pernambuco registrou, no primeiro quadrimestre deste ano, o melhor resultado da série histórica em Mortes Violentas Intencionais (MVIs) e Crimes Violentos contra o Patrimônio (CVPs). Foram 942 homicídios registrados pela Secretaria de Defesa Social (SDS) de janeiro a abril, sendo a primeira vez, em mais de duas décadas, que o número ficou abaixo...

Trindade: blogueiro sofre ataque violento e caso levanta suspeita de motivação política.

 


 
 
 

O radialista e blogueiro Zé Silva, da Tv Ativa de Trindade, foi brutalmente agredido na manhã desta terça-feira (5), em Trindade, município vizinho a Araripina. Segundo informações, quatro homens encapuzados, em duas motocicletas, abordaram a vítima e iniciaram uma série de agressões com coronhadas e golpes na cabeça e no rosto.

A violência do ataque indica uma possível tentativa de homicídio. O caso gerou forte repercussão e levanta suspeitas de perseguição política, já que o comunicador é conhecido por fazer oposição à gestão municipal e denunciar supostas irregularidades.

O episódio é tratado como grave e acende alerta sobre ataques à liberdade de imprensa. Zé Silva recebeu manifestações de solidariedade, e a polícia já investiga o caso.

Indignado, Messias diz a aliados que derrota ao STF foi golpe de Moraes e Alcolumbre; ala do governo entra em modo ‘guerra’

 


Advogado-geral da União afirma a interlocutores que sua derrota foi resultado de articulação política envolvendo Alcolumbre e ministros do STF. Aliados do governo falam em reação direta e defendem Messias no Ministério da Justiça.

Indignado, Messias diz a aliados que derrota ao STF foi golpe de Moraes e Alcolumbre; ala do governo entra em modo ‘guerra’

 

 

Senado rejeita indicação de Jorge Messias para o STF

Senado rejeita indicação de Jorge Messias para o STF

Jorge Messias está indignado com o que chama, a interlocutores, de “golpe” do presidente do Senado Davi Alcolumbre e do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes para derrotá-lo — e vê também, nos bastidores, atuação do ministro Flávio Dino.

Segundo o blog apurou, o advogado-geral da União indicado por Lula para ocupar o cargo de ministro do STF atua agora para mapear o que considera uma operação articulada para derrubá-lo. Ao mesmo tempo, uma ala do governo já entrou em modo “guerra” para reagir.

A interlocutores, o advogado-geral da União afirma que houve ação direta de ministros do Supremo, citando nominalmente Moraes e Dino, para influenciar o resultado. Na avaliação dele, a derrota não foi circunstancial, mas resultado de articulação — o que, a aliados, ele chama de um “golpe”.

Segundo relatos obtidos pelo blog, Messias diz a interlocutores ver uma digital explícita de Moraes e Dino na operação e sustenta que o episódio inaugura um novo momento na relação com o Supremo.

Aliados de Dino negam, nos bastidores, que ele tenha atuado contra Messias em articulação com Moraes e Alcolumbre. Também afirmam que Dino “lavou as mãos” quando o governo indicou Messias, por não considerá-lo o melhor nome.

Nos bastidores, integrantes do governo têm repetido a mesma linha: “Agora é guerra.”

O diagnóstico que começa a se consolidar no entorno do Planalto é que o caso deixou de ser apenas uma disputa institucional e passou a ser tratado como enfrentamento político direto.

Aliados de Messias avaliam que a derrota pode, paradoxalmente, abrir uma oportunidade no tabuleiro político. A leitura é que o episódio ajuda a empurrar Flávio Bolsonaro para o campo de Alcolumbre e de Moraes, reforçando a narrativa de “sistema” contra o governo.